[Resenha] A Rainha Vermelha #3 – A Prisão do Rei

Sinopse: Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta — e de sua prisioneira. Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.

Personagens: Os mesmos dos livros anteriores.

Pontos positivos: as batalhas são sensacionais
Pontos Negativos: o livro é um pouco lento no início.

Opinião: Ler isso sem ter lido os dois livros anteriores é um crime contra tão boa literatura!

Mare se entregou ao rei Maven para salvar seus amigos, e Cal. Agora, ela está de volta à corte, desta vez, realmente em uma coleira, tendo que encarar as sombras remanescentes do príncipe que se apaixonou e se tornou (ou já era) o rei cruel de Norta. A guerra estoura com tudo em todos os cantos do país e seus amigos estão no meio de um turbilhão fervente de estratégias e treinamentos, enquanto Mare se vê presa com poucos recursos a não ser observar tudo atentamente.

O inicio do livro, durante a prisão de Mare, é extremamente político, portanto é lento em comparação aos volumes anteriores, em que acontecia muita coisa ao mesmo tempo. A gente vê claramente o sofrimento dela, de Maven, a incompreensão que balança dentre os dois – e vê o sofrimento de Cal através dos olhos de Cameron. Em determinado momento, o livro simplesmente explode em fogo e raios e tudo começa a acontecer de uma vez só e muito rápido. Há diversas batalhas e muito conhecimento sobre o passado da distopia. O final, pra mim, foi agridoce. Embora faça todo o sentido, meu coração está despedaçado.

Adorei, de coração.

Ps: acabei de saber que não é uma trilogia e estou GRITANDO pelo próximo livro.


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