Operação Red Sparrow [Crítica]

Com um elenco extremamente chamativo, Red Sparrow é uma das estreias que chama a atenção em 2018.

O filme que chega aos cinemas no dia 1° de março, relata a história de Dominika Egorova, uma bailarina requisitada e talentosa da companhia Bolshoi. Seu intuito além da dança é apenas um: Cuidar de sua mãe doente e ser capaz de arcar com todos os custos que essa condição implica. É claro, que ela jamais poderia imaginar que não seria capaz de dançar novamente.

Dominika é vítima de um acidente cruel e seu tio não demora a se aproveitar da situação.

Em uma série de erros, ela torna-se testemunha de um crime e precisa escolher, entre a morte, ou a possibilidade de tornar-se uma Sparrow, ou seja, uma espiã altamente treinada para seduzir e controlar psicologicamente os seus alvos.

Após o árduo treinamento da escola de aprendizagem, Dominika é considerada por alguns, a melhor entre os Sparrow e é posta a prova de maneiras perigosas, inesperadas e violentas.

Jennifer Lawrence desempenha um ótimo papel em sua atuação, no entanto, a sua presença não foi suficiente para interferir na sensação de cansaço ao desenrolar da trama que apesar de simples, foi abordada de forma monótona, cansativa e um tanto descritiva demais. É fácil perguntar-se para onde foi toda a ação que o trailer tanto demonstrava.

No entanto, pontos positivos também se destacaram.

Fotografia impecável, o que não é surpresa, já que o diretor, Francis Lawrence é conhecido por seu domínio na área. Cenas visualmente chamativas e trilha sonora elegante complementam Red Sparrow.

Apesar da estrela Hollywoodiana, Jennifer Lawrence chamar atenção, é necessário destacar a atuação da brilhante Charlotte Rampling que impressiona com o seu desempenho. Destaca-se facilmente em suas cenas e nos deixa vidrados com suas expressões.

Jeremy Irons como sempre nos cativa e merece o devido reconhecimento por uma atuação perfeita e Joel Edgerton também não deixa a desejar.

Um filme que tinha tudo e mais um pouco para ser eletrizante do começo ao fim, mas que peca nas cenas de violência mal conectadas e no ritmo lento e desgastante.

No entanto, não é correto pressupor que não haverá surpresas, pois algumas reviravoltas tornam tudo um pouco mais interessante e dinâmico. Infelizmente, apenas um pouco.

 

escrito por Alexia Road


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