Especial Semana da Justiça – D.N.A do Herói: Mulher Maravilha

A Mulher Maravilha foi criada em 1941, por William Moulton Marston, um psicólogo com título de Ph.D. da Universidade de Harvard. A personagem foi criada pelo Dr. Marston para estabelecer entre as crianças e jovens, um padrão de feminilidade forte, livre e cheio de coragem – para combater a ideia de que mulheres são inferiores aos homens e, claro, para inspirar as meninas a terem autoconfiança para conquistas no atletismo, nas ocupações e nas profissões monopolizadas por homens. De acordo com o criador da heroína,“a única esperança para a civilização é a maior liberdade, desenvolvimento e igualdade das mulheres em todos os campos da atividade humana” – lindo né?

originalmente é uma super-heroína de origem grega, alter ego da princesa Diana de Themyscira, também conhecida como Diana Prince no Universo DC. Embaixadora honorária da ONU é considerada um dos maiores ícones da cultura pop do sexo feminino da nona arte e ícone da cultura feminista.

Como todo super-herói, ela tem uma identidade secreta. Mas, diferente de tantos outros super-heróis, ela também tem uma história secreta.

Em um episódio do quadrinho da Mulher Maravilha, um personagem chamado Brown – editor de jornal que estava buscando informações sobre o passado da Mulher Maravilha – nomeou um time de repórteres para investigá-la. Brown estava cansado e meio que desistindo de tudo já, quase enlouquecendo quando foi internado em um hospital. A Mulher Maravilha se disfarçou de enfermeira e entregou um pergaminho para Brown lhe dizendo que ali havia a história da Mulher Maravilha. Brown teve um pequeno surto e correu para a redação do jornal, anunciando ter o que tanto sonhava. Na vida real, as coisas não foram bem assim para a atora do livro…

A história da Mulher Maravilha não estava em um pergaminho, em um livro ou documento oficial – ela estava escondida em caixas, armários e gavetas, em milhares de documentos, alojada em bibliotecas, arquivos e coleções espalhadas pelos Estados Unidos, incluindo os documentos particulares de seu criador, Dr. Marston – documentos que, antes dela mesma conseguir ler, nunca haviam sido vistos por ninguém além da família do autor.

Tudo o que encobria a história da Mulher Maravilha, acabou revelando histórias secretas sobre as revistas em quadrinhos em geral, os super heróis, censura e, claro, feminismo. Como o próprio criador da heroína disse: “…a Mulher Maravilha é uma propaganda psicológica para um novo tipo de mulher que, eu acredito, deveria governar o mundo”.

Para quem se interessar em saber um pouco mais sobre isso recomendo o livro A História Secreta da Mulher Maravilha de Jill Lepore.

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História 

A Ilha Paraíso era habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha. Supostamente a Mulher-Maravilha veio ao mundo na Ilha Paraíso como uma estátua de menina criada por Hipólita (rainha das amazonas). Tão apaixonada por sua escultura, a rainha pediu aos deuses que dessem vida a figura, e foi atendida (semelhante ao mito grego de Pigmaleão). Mas em publicações recentes foi revelado que na verdade ela é filha biológica de Hipólita com Zeus, deus do Céu.

Recebeu o nome de Diana. Junto com a vida, ela foi presenteada pela maioria dos Deuses do Olímpo, como Atena, que lhe deu a sabedoria; Hermes, lhe deu a velocidade; de Deméter ganhou a força e poder; de Afrodite, enorme beleza e coração amoroso; dos gêmeos Ártemis e Apolo, ganhou os olhos de caçadora, a compreensão das feras e a capacidade de cura acelerada; de Héstia, recebeu a afinidade com o fogo para que os corações se abrissem para ela; de Hefesto, ganhou a imunidade ao fogo, seus braceletes e seu laço mágico; do seu tio Poseidon, ganhou a destreza no nado e de seu pai Zeus,(apesar de que haja discordância sobre que seja realmente seu pai) ela recebeu a herança de semi-deusa e a capacidade de voo.

Quando Diana estava adulta, Steve Trevor, piloto da Força Aérea americana colidiu com seu avião na Ilha Paraíso. A Rainha Hipólita decretou que a amazona que vencesse diversas provas entre elas teria a incumbência de levar Steve de volta aos Estados Unidos, e se tornaria uma campeã em nome das amazonas em território americano. Proibida de participar por sua mãe, Diana se disfarçou e ganhou o contesto, que incluía lutas armadas sobre kangoos (espécies de canguru nativos da Ilha Paraíso), competição de corrida, e aparar balas com seus braceletes.

A Mulher-Maravilha adotou a identidade secreta de Diana Prince, uma enfermeira da Força Aérea americana. Era apaixonada por Steve Trevor. Nesta versão ela não voava realmente (planava em correntes de ar) e usava um rádio de ondas telepáticas. Na história publicada em Sensation Comics #1, janeiro de 1942, havia uma enfermeira de nome Diana Prince, a qual a Mulher-Maravilha ajudou. Esta Diana aceitou deixar que a super-heroína, que desejava ficar do lado do paciente Steve Trevor, assumisse sua identidade enquanto ela partiu para junto de um soldado namorado seu, que estava na América do Sul.

Como oponentes, a Mulher-Maravilha tinha diversos vilões clássicos da Era de Ouro dos Quadrinhos: Maligna (originária de Saturno), Giganta, Mulher-Leopardo, Rainha Clea (da Atlântida), Doutora Veneno, a sacerdotisa Zara), algumas reformuladas na Era de Prata e que continuam aparecendo nas histórias modernas.

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Era de ouro

A Mulher Maravilha dessa era é Diana, a filha de Hipólita, uma rainha amazona que molda no barro a figura de um bebê a quem a deusa Afrodite insuflam vida. As amazonas vivem em Themyscira, uma ilha escondida do mundo pelos deuses do Olimpo. As amazonas vivem uma vida pacífica, sem muitos conflitos ou guerras, mesmo assim elas treinam todos os dias, para estarem preparadas para o dia em que homens invadam a ilha. Logo na primeira HQ da Mulher-Maravilha, Steve Trevor, um piloto do exército americano acaba chegando a ilha depois de seu avião ser abatido por um caça nazista. As amazonas cuidam de seus ferimentos e decidem ajudá-lo a retornar para sua casa. Hippolyta decide que aquela que se provar a mais brava das amazonas ficará incumbida da tarefa de levar o soldado de volta. Diana acaba se apaixonando pelo piloto e é proibida pela mãe de participar da disputa. Disfarçada com um capacete, Diana se torna a campeã da disputa e a rainha, mesmo relutante, aceita sua vitória e a deixa ir. Diana recebe as roupas da civilização que visitará. Além das roupas, Diana recebe também o laço da verdade, braceletes indestrutíveis e uma tiara que pode ser usada como bumerangue. Quando se muda para o mundo dos homens, começa a trabalhar como enfermeira da força aérea americana e adota o nome de Diana Prince. As primeiras histórias da Mulher-Maravilha são quase sempre focadas na Segunda Guerra Mundial e ao contrário do Superman ou Batman, Diana realmente luta na guerra. se tornando uma campeã e grande heroína de guerra. Enquanto a Mulher-Maravilha batalha contra os alemães ou japoneses, a sua identidade secreta se preocupa com seu marido.As histórias de Diana serviam de inspiração para meninas e mulheres, numa época em que só os homens lutavam na guerra. Ela virou uma espécie de ídolo, um modelo a ser seguido pelas mulheres da época Com a morte de seu criador em 1947, Mulher Maravilha perdeu seu principal e praticamente exclusivo roteirista . As histórias que Charles Moulton deixou prontas antes de falecer continuaram a ser editadas normalmente, é claro, mas com o fim do legado de Moulton, a heroína ganhou um novo roteirista: Robert Ganigher.

Mitologia das Amazonas

A mitologia da Mulher-Maravilha de Charles Moulton foi apresentada na história “Introducing Wonder Woman” da revista All Star Comics #8 de 1941, e aprofundada em “The Origin of Wonder Woman” do primeiro volume de “Wonder Woman” de 1942.

Na Era Dourada, nos tempos da Grécia Antiga, o planeta Terra é governado por Deuses Rivais – Ares, Deus da Guerra, e Afrodite, Deusa do Amor e da Beleza. Ares queria que seus homens governe-se com a espada, enquanto Afrodite queria que as mulheres conquiste os homens com amor. Os Guerreiros de Ares (chamado de Marte pelos Romanos) matavam seus irmãos mais fracos e os saqueavam. As mulheres eram vendidas como escravas, valiam menos que gado. Inconformada com a situação, Afrodite molda com suas próprias mãos uma raça de mulheres mais fortes que os homens, chamadas de Amazonas. Estas estatuas receberam o soprou a vida e o poder do amor. Para líder, a Rainha das Amazonas, Afrodite cedeu seu próprio cinturão mágico para serem insuperáveis. As amazonas erguem uma cidade chamada de Amazônia e derrotam todos os exércitos que as atacavam. Furioso com a “trapaça” de Afrodite, Ares persuadiu Herácles, o homem mais forte do mundo, a travar guerra contra as amazonas. Liderando um poderoso exército, Herácles desafia a bela Rainha para um combate corpo a corpo. Em batalha a clava de Herácles quebra a espada de Hipólita, mas as Amazonas continua forte graças ao cinturão e vencem a guerra. Com a derrota, Herácles decide montar um emboscada, seduzir as Amazonas para roubar o cinturão, oferece um baquete em um pacto de amizade eterna.

A rainha caiu na emboscada e fica sem o cinturão. Herácles ordena a captura das mulheres que lutaram ferozmente, porém são derrotadas. O exercito aprisiona as guerreiras, saqueiam Amazônia e temendo a força das guerreiras colocam-as em correntes. Com um total desespero das amazonas, a rainha ora para sua criadora pedindo por ajuda. Atendendo o lamento da líder das amazonas, a Deusa permite que suas crias quebrem as correntes, mas solicitando que  usem os braceletes confeccionado pelos captadores, para lembrança da tolice da sublimação ao domínio dos homens. Livres, elas dominam seus captores, recuperam o cinturão e vencem novamente a batalha. A imortal deusa do amor que elas cultuavam ardentemente, guia as amazonas a abandonar o mundo dos homens para fundar a própria civilização, elas  navegam até mares distantes durante dias e noites até o paraíso de paz e proteção que lhes foi prometido. Na ilha paraíso elas encontram solo fértil, vegetação, variados recursos naturais e construíram uma cidade na qual homem algum poderia entrar. Enquanto a rainha possuir o cinturão mágico, elas são agraciadas pelo dom da vida eterna, desde que não permitirem serem iludidas por homens, e serão de fato a raça de Mulheres-Maravilhas. Na ilha, além do cinturão mágico, possuem a “Fonte da Juventude Eterna” onde oferece beleza e felicidade enquanto permanecem na ilha paraíso; e a Esfera Mágica dada por Atenas, a deusa da Sabedoria, através dela as amazonas possuem conhecimentos do mundo dos homens, permitindo a criação de armas e aeronaves avançadas.

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Nascimento de Diana

Hipolita guiada por Atena, deusa da sabedoria, aprende o segredo das artes da modelagem da forma humana. Assim como veneração de Pigmaleão por Galatéia, Hipolita venera uma estatua em forma de uma jovem criança, criada por ela. Atendendo o pedido, a deusa do amor concede o dom da vida e a criança-maravilha pular para os braços de sua mãe, a rainha. Afrodite nomeia de Diana, assim como a Deusa da Lua, a senhora da caçada. Aos três anos de idade, Diana já demonstravam possuir grande força, arrancando arvores como se fosse mato; Aos cinco, demonstrava ser veloz, assim como a deusa da caça que lhe dá nome, disputa corridas com cervos floresta adentro. Aos 15, recebe seus braceletes de submissão no altar de Afrodite, prometendo comprometer-se a servir eternamente a deusa do amor e da beleza.

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Era de prata

Nesse período muitos personagens foram radicalmente modificados, suas origens recontadas de forma diferente e até mesmo seus uniformes redesenhados e modificados. A Mulher Maravilha dos primeiros anos desse período era basicamente idêntica a antiga versão, sua origem foi recontada, mas de forma praticamente igual. Robert Kanigher reescreveu a personagem que tornou-se mais leve, mais romântico ou menos envolvida com o combate ao crime. Outros deuses além de Hipólita e Afrodite ajudaram a dar vida à Diana e as amazonas seriam as viúvas dos gregos que morreram durante as guerras, descartando a maior parte da mitologia. As histórias da Mulher-Maravilha viraram uma novela com contexto de super-heroína, incapaz de derrotar seus inimigos sozinha, precisando sempre de homens para ajudá-la. Kanigher fica doente e é substituído por Jack Miller como o editor de Mulher Maravilha, que aproveitou o estreante Dennis O’Neil para renovar a personagem. Em 1968, o escritor O’Neil passou a escrever as HQs e fez com que Diana abrisse mão de seus poderes e da sua vida na ilha para ficar de vez no mundo dos homens. Sua ilha fora destruída e suas companheiras amazonas foram para outra dimensão. Diana fica para trás para ajudar Steve Trevor, que tinha sido condenado injustamente por um crime que não cometeu. Ele é solto, mas morre pouco tempo depois. Sem poderes e sem casa, totalmente perdida, Diana abre uma loja de roupas e começa a treinar artes-marciais para voltar a combater o crime. Depois da morte de Steve, Diana fica mais frágil e suas emoções bem mais humanas. Ela completa a transformação e deixa seus traços de deusa de lado, se tornando uma heroína mais moderna e com mais conflitos. A intenção dos autores ela fazer dela uma espiã, uma policial, tirando de vez o tom de mitologia e fantasia de suas histórias.

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Pós-crise

A primeira aparição de Mulher-Maravilha, na cronologia DC pós-Crise, é Wonder Woman vol. 2, #1 (Fev. 1987). Como super-heroína atuando com os outros heróis, ela apareceu na minissérie Lendas.

De acordo com a última redefinição da cronologia da Mulher-Maravilha feita por George Perez após a Crise nas Infinitas Terras, Hipólita e o restante das amazonas seriam a reencarnação de mulheres que ao longo da história morreram como resultado do ódio e da incompreensão dos homens. No caso, Hipólita foi a primeira mulher morta por um homem; a Princesa Diana (A Mulher-Maravilha) era a encarnação da filha não nascida desta mulher. Antes de serem exiladas na Ilha Paraíso, as Amazonas viveram na Grécia, de onde foram banidas após um conflito com Herácles (Hércules) e seus exércitos. Mulher-Maravilha só teria vindo ao mundo dos homens após Crise, o que também causou dela não ter participado da fundação da Liga da Justiça. Atualmente ela também não possui identidade secreta. A Mulher-Maravilha ganhou de Gaia, a Deusa Terra, o poder da telepatia e também o poder dos braceletes, que ao serem tocados soltam rajadas cósmicas capazes de ferir super-seres, além, é claro, de nenhum telepata conseguir invadir sua mente, graças à tiara. Etta Candy se casaria com o já idoso Steve Trevor, reintroduzido nas aventuras atuais.

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Era moderna

Na Era Moderna na Crise nas Infinitas Terras foi usado como uma chance de reiniciar inúmeros personagens e recontar suas histórias ao mesmo tempo. Mulher-Maravilha estava entre os mais afetados por essa mudança. Estava sob a direção de George Perez e Greg Potter recontando a história do torneio em 1987 e revelando que Afrodite criou as Amazonas com as almas de mulheres mortas pelas mãos de homens agressores, onde a Rainha Hipólita foi a primeira vitima. Também onde os Deuses que decidiriam qual a Amazona seria emissária ao mundo dos homens. Novamente, Diana desafiou sua mãe e venceu facilmente, assim cumprindo seu destino.

Novos 52

Em 2011, a DC Comics anunciou a reformulação de 52 de seus maiores personagens,inclusive da Mulher Maravilha. Nessa versão Diana de Temiscira, descobre que não foi criada a partir do barro (como na origem escrita por George Perez) e sim que é filha de Hipólita, a Rainha das amazonas (raça de guerreiras – todas mulheres – que vivem isoladas em uma ilha apelidada de “Paraíso”) e do deus dos deuses no panteão grego, Zeus, a fazendo, assim, além de Amazona uma Semi-Deusa. Com isso suas histórias escritas por Brian Azzarello a Mulher Maravilha aparece ainda mais aprofundada na mitologia grega, tendo uma maior interação com seus meio-irmãos, como Apolo, Hermes, Artemis e entre outros. Outra mudança relevante na vida da heroína está em seu relacionamento amoroso com o Superman, algo há tempos desejado pelos fãs dos dois personagens.

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Renascimento (Rebirth)

Em 2016, a DC Comics decidiu relançar toda sua linha novamente, o que incluía a Mulher-Maravilha. Nessa nova fase, suas histórias voltaram a ser escritas pelo Greg Rucka, e o seu ex-namorado, o Superman dos Novos 52, acaba morrendo, o que faz com que a personagem volte a se relacionar com Steve Trevor. A fase está sendo extremamente bem recebida pela crítica e pelos fãs, sendo considerada muitas vezes o melhor quadrinho desse novo relançamento da DC Comics. Porém, o fim do relacionamento da personagem com o Superman fez com que alguns fãs ficassem insatisfeitos com essa nova fase da personagem.

Por incrível que pareça esse foi apenas um RESUMO, isso mesmo, um resumo da história da Mulher Maravilha, se você se interessou e quer ler as hq’s, segue aqui um Guia de Leitura da Mulher Maravilha.

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Poderes e Habilidades!

Os poderes da personagem foram alterados diversas vezes com o passar dos Anos – ela até mesmo chegou a perdê-los após a Era de Prata. No entanto, sua versão mais recente apresenta as seguintes habilidades:

  • Treinamento em combate e armas com o próprio Deus da Guerra.
  • Voo a velocidades supersônicas.
  • Fator de cura acelerado
  • Controle mental

Além de suas habilidades, a Mulher-Maravilha também conta com um arsenal bélico de fazer inveja:

  • Uma espada produzida por Hefesto, capaz de partir átomos ao meio e fazer o Superman sangrar.
  • Adagas mágicas escondidas em seus braceletes.
  • Laço mágico, capaz de extrair informações de seus inimigos e ser usado como chicote.
  • Tiara, que pode ser usada como um Chakram – o disco utilizado por Xena em seu seriado.
  • Os Braceletes de Diana ajudam a conter seu poder. Quando os artefatos são quebrados, ela se torna uma força devastadora, quase incontrolável. Os Braceletes são indestrutíveis e capazes de absorver o impacto de ataques poderosos, permitindo que a Mulher Maravilha desvie de explosões de fogo e disparos de arma automática. Diana também pode bater os braceletes juntos para criar uma onda de força. Recentemente, ela ganhou a habilidade de canalizar o raio de Zeus através dos braceletes também.

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Live Actions

Ao contrário do que todo mundo fala, Lynda Carter não foi a primeira atriz a protagonizar a Mulher Maravilha. Cathy Lee Crosby protagonizou um filme lançado diretamente para a televisão que serviria como um piloto para a série de TV da Mulher Maravilha. Quando a atriz foi procurada para efetivamente gravar a série de TV, ela recusou o papel e aí sim começou a fama eterna de Lynda!

Em 2011, um piloto para a série de TV da Mulher Maravilha foi gravado e Adrianne Palicki com seu super feio uniformes foram rejeitados pelo público – claro que o piloto caiu na internet.

A CW gostaria de ter usado a Mulher Maravilha em Smallville mas a DC não autorizou o uso da imagem.

Gadot é a primeira atriz não-americana a interpretar a Mulher Maravilha. Gadot fez sua estreia em Batman Vs Superman – A Origem da Justiça em 2016. Logo depois fez o filme solo da Mulher Maravilha, que estreou em  de junho de 2017. Ela voltará ao papel em pelo menos dois longas-metragem da “Liga da Justiça”, um que estreia semana que vem, e outro ainda sem previsão de lançamento. Além de as datas para o início de gravação da sequencia de Mulher Maravilha, já estarem sendo vistas.

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