Crítica – Kingsman: O Círculo Dourado

Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato.

Como já era de se esperar, o segundo filme de Kingsman foi tão espetacular quanto o primeiro. O filme já começa com muita ação, com direito a perseguição e briga pelas ruas da cidade, seguido de uma calmaria, desastres entre a equipe dos Kingsman, descobrimento de uma nova equipe igual aos Kingsman e disseminação de uma bactéria mortal. Além de muita ação, também podemos contar com muitos momentos de risada e talvez algumas lágrimas.

O elenco escolhido para o segundo filme da série possui atores muito conhecidos e excelentes. O segundo filme conta com a participação de Channing Tatum (protagonista de filmes de dança como Magic Mike e Ela dança, eu danço), Halle Berry (mais conhecida pelo seu papel de Tempestade em X-Men), Julianne Moore (protagonista de Para sempre Alice), Elton John (sim, Sir Elton John!!), Jeff Bridges, Pedro Pascal, entre outros. E do elenco do primeiro temos Taron Egerton, Colin Firth (conhecido por seus papeis na série de filmes de Bridget Jones), Mark Strong, Sophie Cookson, Edward Holcroft, entre outros.

A trilha sonora acompanha muito bem as cenas de ação, proporcionando mais emoção a elas. Composta de músicas antigas e de cantores de grande sucesso como Prince e Elton John. Em um dos trailers é usada uma das músicas de Frank Sinatra. Ótimas escolhas de músicas, em minha opinião.

O filme possui alguns erros de continuidade de algumas cenas e situações muito surreais até mesmo para filmes de ação. Cenas como em que misseis atingem estruturas específicas e não afetam outras que estão “coladas”. Porém, como se trata de uma sátira aos filmes de espiões, exageros são comuns.

Para finalizar, o diretor Matthew Vaughn já vem planejando desde o início das filmagens de Kingsman: O Círculo Dourado a criação de um terceiro filme de Kingsman. Para isso, ele cria uma “ponte” no fim do filme que possibilita uma ligação entre o segundo filme e o terceiro. E para facilitar a vida de quem fica esperando até depois dos créditos, não há cena extra. Fica a dica!

A data de estreia de Kingsman: O Círculo Dourado foi adiantada para 28 de setembro.

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