[Crítica] Transformers: O Último Cavaleiro

O gigante Optimus Prime embarcou em uma das missões mais difíceis de sua vida: encontrar, no espaço sideral, os Quintessons, seres que possivelmente são os responsáveis pela criação da raça Transformers. O problema é que, enquanto isso, seus amigos estão precisando de muita ajuda na Terra, já que uma nova ameaça alienígena resolveu destruir toda a humanidade.

E então eu vi Transformers: O Último Cavaleiro, dirigido por Michael Bay e estrelado por Mark Wahlberg (Cade Yeager), Laura Haddock (Vivian Wembley), Isabela Moner (Izabela), Anthony Hopkins (Sir Edmund Barton) e Josh Duhamel (Major William Lennox).

E como vi, aqui vai minha crítica.

Bom, antes de começar, devo avisar que eu não fiz Cinem e tampouco sou crítico especializado. Sou apenas um cara que viu o filme e vai te dizer o que achou. Vamos lá.

SE TRANSFORMERS JÁ ERA MUITO BOM, TRANSFORMERS AO LONGO DA HISTÓRIA É SENSACIONAL.

Calma, me empolguei.

O filme, sequência dos outros 4, se mantém na mesma linha temporal, mas dessa vez temos muitas surpresas.

Começamos com cenas dignas de Gladiador, com direito a Rei Arthur e tudo. Então descobrimos que o rei e os cavaleiros da Távola Redonda conseguiram vencer pois contaram com a ajuda de Merlin que, por sua vez, contou com a ajuda de Transformers.

O filme volta para o presente, onde os Transformers continuam caindo na terra e agora são vistos como inimigos a serem controlados. Somos apresentados também à Vivian Wembley na Inglaterra e à Izabela nos EUA.

Cade Yeager, protagonista do quarto filme, continua ajudando os Autobots, acompanhado por Bumblebee. O filme então se desenvolve e considero mais revelações como spoiler.

Vamos aos aspectos técnicos:

Transformers: O Último Cavaleiro possui um roteiro muito fraco. Você percebe claras falhas de continuação e muitas vezes a pergunta “Meu Deus, o que que está acontecendo?!” passa pela sua cabeça. Isso seria suficiente para colocar o filme em um patamar mediano para baixo, mas quem tem Optimus Prime tem tudo.

E aí, para mim, que é o diferencial.

O filme apresenta muitas falhas sim, explosões desnecessárias, roteiro fraco, coisas aleatórias, mas tem AUTOBOTS X DECEPTICONS! Eu sou muito fã de robôs caindo na mão pra não amar o filme.

Então, resumindo: não é nenhuna obra prima do cinema, mas é bom demais ver os Transformers, o discurso do Optimus (que me emociona desde o primeiro filme), Bumblebee e todas as lutas.

Ah, o final ainda deixa um gancho para uma possível continuação…

Nota: 9/10

Gostou da crítica? Já viu o filme? Deixe sua opinião nos comentários!

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3 pensamentos sobre “[Crítica] Transformers: O Último Cavaleiro

  1. Nossa, eu estou ansiosa para assistir este filme. Uma pena que o roteiro esteja fraco, parece uma tendência para estes filmes que esperamos muito. Eles colocam cenas e mais cenas de luta e deixam a história meio que de lado. Mas meeeeesmo assim quero ver por que né? É Transformers!

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