[Crítica] A Bela e a Fera (2017)

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Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera (Dan Stevens) e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.

Aos fãs dos clássicos da Disney, este filme é para vocês!

Bela sempre foi uma menina singular no vilarejo onde reside com seu pai. Leitora voraz e de mente afiada, ela sabe que seu futuro não é naquele lugar. Seu pai, um inventor, viaja a trabalho e, após alguns percalços pelo caminho, se abriga no Castelo solitário na floresta. Para presentear sua filha, ele tenta pegar uma rosa no jardim, mas acaba por ser aprisionado na torre mais alta.

Com o intuito de salvá-lo, Bela aceita se tornar prisioneira em seu lugar. Animados com a presença de uma moça no Castelo, os utensílios domésticos, que são empregados amaldiçoados, recebem-na e assim se dá início à convivência da jovem com tudo que está relacionado à maldição e a Fera, que é o mestre do Castelo.

O filme conta com fotografia e figurino impecáveis, trazendo vida aos cenários tão conhecidos pelos apaixonados pelo conto. As atuações foram incríveis. Cada ator foi muito bem escolhido ao seu papel e não podemos deixar de elogiar Emma Watson pela desenvoltura como Bela. Confesso que meu grande temor era de que encontrasse Hermione Granger (de Harry Potter) ou Sam (As Vantagens de Ser Invisível) em meio a um vilarejo francês. Não foi o que ocorreu. Talvez uma pequena referência aqui ou ali, mas nada que mudasse o contexto do filme. A trilha sonora é incrível. Aos que já conheciam o musical d’A Bela e a Fera é um verdadeiro presente. Vemos Bela criar vida de novo nos cinemas e isso é apaixonante. Mais do que isso… É como um sonho, depois de tanto tempo esperando até o lançamento do filme.

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O sensacionalismo sobre o personagem homossexual ficou apenas nas pessoas mais conservadoras pois seu desenvolvimento no filme foi deixado em segundo plano, tornando-o sutil o suficiente sem trazer nada que possa ser considerado um malefício ao filme. Tratou-se de um personagem carismático que conquista o público com sua força, mesmo que ocupe uma posição coadjuvante.

Algo interessante que nos é mostrado no decorrer do filme foram as respostas para dúvidas que o público possuía ao longo dos vinte e cinco anos após a animação ser lançada. Isso fez com que não existissem espaços para questionamentos sobre furos e problemas dentro da história.

A trama já conhecida pelo público volta às telas nos conquistando fortemente, desde os mais apaixonados às novas pessoas que não conhecem ou não se aprofundaram tanto na história antes. De longe, uma das adaptações da Disney mais bem produzidas.

Texto escrito por: Victor Lima (Vírus Geek) e Rafaela Judd Degliomini

 

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3 pensamentos sobre “[Crítica] A Bela e a Fera (2017)

  1. Ai, meu Deus!!! Agora estou mais ansiosa ainda pelo final de semana, quando finalmente vou conseguir assistir! Bela sempre foi minha princesa favorita (ok, não a única…) e pelo trailer e os comentários dá para ver que esse vai ser um filme lindo e, provavelmente, vou lacrimejar de nostalgia e amor pela história o tempo inteiro… Aiai…

    Ótima crítica!!! Um abraço a todos!!! 😊

  2. Pingback: [Curiosidade] Os rostos reais por trás das animações da Disney | No Meu Mundo

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