[Crítica] Assassin’s Creed

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Callum Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Versão para as telonas do game Assassin’s Creed.

A história se inicia com um flashback que nos apresenta o jovem Callum “Cal” Lynch encontrando a sua mãe assassinada pelo seu pai. Contudo, o homem não o mata, diz coisas que o menino não entende e o ordena para que fuja. Anos depois, Cal está dentro de uma penitenciária com sentença de morte, sendo punido por ter cometido um crime de homicídio.

O procedimento fatal é realizado, porém Cal não morre e acorda em um quarto completamente diferente de sua cela habitual. Somos então apresentados à cientista Sofia, que o levou para a Fundação Abstergo, onde se situa o Animus, o projeto científico responsável pela sincronização com memórias de seus antepassados onde se pode reviver de forma real os acontecimentos de épocas anteriores.

Sofia, através do projeto, tem como objetivo principal acabar com a violência existente no mundo. Para isso, é necessário encontrar a Maçã do Éden, que eliminaria o livre arbítrio, impedindo que as pessoas optem por causar violência.

Ao entrar no Animus, Cal se descobre da Irmandade dos Assassinos, entrando em contato com as memórias de Aguilar de Nerha, o último homem que teve em suas mãos a Maçã do Éden. A partir disso, nos é mostrada a mitologia elaborada para o filme e que tanto esperávamos para conhecer.

É importante apontar alguns detalhes da construção do filme, como as cenas do passado serem todas em idioma espanhol, para que nós possamos nos sentir imersos dentro do ambiente em que se passa a história. Além disso, do início ao fim, o cenário é bem construído, com uma câmera giratória que nos faz enxergar as construções e regiões, assim como dentro do jogo. Os filtros são fortes e densos, acompanhados de uma trilha sonora que faz jus ao tema e casa bem com a fotografia escolhida.

A personagem de Sofia se apresenta, ao mesmo tempo, como um acerto e um erro. No início, parece ter uma motivação bem clara e explícita, mas, com o passar da história, alguns fatos vão se desenrolando e o seu objetivo passa a ficar um pouco confuso. Principalmente nas cenas finais. Além disso, temos como possíveis pontas soltas um destaque maior dado à Maçã do Éden, que não foi detalhadamente explicada, a função de Sofia na próxima produção e o crime não-mencionado cometido por Cal.

Para quem conhece o jogo, existem muitas referências legais, como o Conflito entre Assassinos e Templários, a própria Maçã do Éden, a lâmina oculta no braço, as cenas de parkour e as de luta, que possuem um ritmo bem semelhante. Inclusive, até mesmo o Salto de Fé foi trazido para as telonas. Incrível, não é?

Assassin’s Creed, para os fãs, será fácil de compreender. Para quem ainda não conhece os jogos, é relativo. Talvez seja fácil, talvez difícil. Pode ser que tenha algumas complicações, mas, no geral, é um bom filme e aguardamos ansiosamente uma continuação! Inclusive, existe um livro que foi feito especialmente para quem deseja acompanhar a história de Cal além do que nos é mostrado no cinema!

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