{Critica} O Bebê de Bridget Jones

Estável no emprego como produtora de TV, Bridget Jones (Renée Zellweger) continua solteira. Depois de aceitar o convite de uma amiga do trabalho para ir a um festival de música pop, lá ela acaba “acidentalmente” dormindo com o desconhecido e sedutor Jack Qwant (Patrick Dempsey). Mas ela não é mais a mesma neurótica e nem se preocupa com o paradeiro do moço. Pouco depois, em um batizado, a verborrágica inglesa reencontra Mark (Colin Firth), seu amor do passado. E eles acabam… dormindo juntos. Mais algumas semanas se passam, e Bridget se encontra grávida. E, sem ter certeza de quem é o pai da criança, adia a “revelação”, enquanto ambos acreditam ser o verdadeiro pai do bebê de Bridget Jones.

E Bridget mais uma vez entra em um problema, e que problema, bem ela engravida – não é spoiler, é o titulo do filme! – mas a forma que ela engravida é a parte mais engraçada, ou melhor, é como o roteiro do filme desenvolve. A forma que o filme inicia, parece confusa, mas se ajustará ao longo do mesmo.

Com boas piadas e muito jogo de cintura, Bridget leva bem a gravidez apesar de certas coisas no meio do caminho. E bem, o fato de novamente ficar entre dois homens deixa tudo bem mais engraçado, e Sr Darcy mesmo depois de sair da vida dela… Ele não sai. Parece que estou tentando fazer uma piada, mas não estou. Ele é o tipo de cara que quer mais não quer, durante um bom tempo. Com uma trilha sonora incrível, e com direito a um cantor inglês muito fofo aparecendo no filme, Bridget precisa descobrir quem é o pai da criança, e enquanto não faz isso, seu coração novamente fica em duvida, entre o cara que ela acabou de conhecer e o Sr Darcy.

Simples, leve e sucinto, o filme te faz refletir sobre os valores ainda presos em nossa sociedade e sobre o conceito de amor. Afinal, acho que matematicamente falando, o amor não tem formula, porém existem pessoas que acreditam nisso, e esse filme pode te mostrar ambos os lados. Além de mostrar que qualquer um pode ser pai ou mãe, basta querer, e que o amor prevalece perante a religião e ao preconceito, trazendo novamente a reflexão sobre os valores ainda presos na sociedade.

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