Cabine: Sete Homens e um Destino (2016)[Crítica]

Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo especialistas para contra-atacar os bandidos.

No auge do velho oeste americano uma cidade cansada de ser assolada por um magnata e seus capangas pedem ajuda à mercenários para acabar de uma vez por todas com os ataques.

Sete homens e um destino é o remake de um clássico faroeste dos anos 60, que já era um remake de “Os sete samurais”. Conta com um elenco de peso, nomes bastante conhecidos e já queridos pelo público. Vemos a personagem Emma Cullen (Haley Bennett) com um desejo de justiça pedindo auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington).

Os dois, então, saem em busca do restante do bando, composto de uma diversidade incrível para o faroeste: asiático, pele vermelha, latino, branco, liderados por um negro tendo sido contratados por uma mulher. Só neste ponto já poderia ter sido um filme e tanto. Porém, acredito que a trama se perde em meio às cenas de tiroteio que poderiam ter sido melhor coreografadas e que contam com a troca de câmera rápida para que não percebamos os erros de continuidade que parecem duvidar da nossa capacidade de ligar uma cena a outra.

Não queria ser tão crítica, mas o filme se mostrou um divertimento raso. As atuações foram maravilhosas e pode-se ver a boa química entre os atores, mas somente isto não é o suficiente para o filme ser aclamado. Infelizmente não é agora que o Velho Oeste voltará a ser consagrado nos cinemas, mas fico no aguardo que este filme possa trazer de volta o estilo às telonas.

Não querendo ser a malvada, devo confessar que a fotografia e o figurino deste filme foram a melhor parte.

Apesar de tudo, gostei bastante do filme. Os erros não me fizeram desgostar do “bang bang”, estilo qual cresci assistindo e muito me agrada.

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