[Crítica] Bruxa de Blair (2016)

Um grupo de estudantes de Milwaukee, durante uma viagem para acampar em uma das florestas da região, decide penetrar ainda mais no coração das árvores do que o previsto e acaba descobrindo que a floresta esconde seres perigosos.

Eis que chega a tão esperada sequência d’A Bruxa de Blair!

Seguindo o mesmo modelo do primeiro longa, Bruxa de Blair resgata o que há de melhor em filmes de terror. Tenho esperanças que este traga de volta a era do terror nos cinemas.

De inicio somos presenteados com a gravação de uma perseguição já deixando claro qual será o clima do filme. James (James Allen McCune) está convicto de que a gravação publicada em uma rede social foi feita por sua irmã, Heather, desaparecida anos atrás nas profundezas da floresta de Burkittsville – acontecimentos do primeiro filme, The Blair Witch Project. Seguindo viagem com seu melhor amigo, Peter (Brandon Scott) e duas estudantes de cinema, Lisa (Callie Hernandez) e Ashley (Corbin Reid), encontram-se com o responsável pelo vídeo postado na rede, Lane (Wes Robinson), que também foi quem encontrou o vhs que acreditam ter sido feito por Heather. Servindo como guias, Lane e outra residente da cidade, Talia (Valorie Curry), adentram os seis jovens na temida floresta amaldiçoada.

Como esperado, uma vez dentro da floresta as coisas começam a não ir tão bem. Desavenças, sons estranhos, aparição de sinais claramente ligados à bruxa. Nem toda a modernidade dos aparelhos tecnológicos puderam ajudá-los a se livrar da maldição que impregna aquelas terras.

O filme desenvolve-se muito bem, apesar de seu roteirista achar que ainda estamos nos anos 90 e que há necessidade de um personagem concentrar o núcleo cômico e, consequentemente, morrer primeiro de tal forma que não lembraremos ao longo do filme. Para os já amantes dos filmes da Bruxa este é um filme que corrige o terrível erro que cometeram com Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras. Aos fãs do terror esta pode ser uma boa hora de voltar aos cinemas e aproveitar da boa dose de jumpscares e pesadelos que podem vir.

Como uma fã que cresceu aguardando por uma sequência posso dizer que não me decepcionei e que já aguardo um novo acampamento nas “terras de Mary”.  

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