[Resenha]O Bom Gigante Amigo

A pequena órfã Sophie (Ruby Barnhill) encontra um gigante amigável que, apesar de sua aparência assustadora, se mostra uma alma bondosa, um ser renegado pelos seus semelhantes por se recusar a comer meninos e meninas. A garotinha, a Rainha da Inglaterra (Penelope Wilton) e o ser de sete metros de altura unem-se em uma aventura para eliminar os gigantes malvados que estão planejando tomar as cidades e aterrorizar os humanos.

“O Bom Gigante Amigo (The BFG, em Inglês)”, é a adaptação de um livro escrito por Roald Dahl, que é o mesmo autor de “Matilda”, “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e “Convenção das Bruxas”. O filme fala sobre a história de uma menina chamada Sofia, que vive em um orfanato e apresenta características parecidas com a pequena Matilda na aparência e na personalidade. Em uma das noites, ela desobedece uma ordem e espia as ruas à noite por trás de uma janela, encontrando um gigante. Esse gigante, para não ser descoberto, não vê outra opção a não ser capturá-la e, a partir desse momento, os dois começam a se conhecer melhor e a se tornarem amigos. Sofia conhece a Terra dos Gigantes, onde os demais gigantes devoram os humanos e o único que não faz isso é o seu amigo, o BGA (Bom Gigante Amigo). Unidos, os dois pensam em formas de conter a ameaça representada por essas criaturas perigosas.

No geral, o filme apresenta pontos positivos e negativos. Positivos a respeito de boas atuações, como a de Mark Rylance, que interpretou BGA, e de Penélope Wilton, a Rainha, além de cenários bonitos e bem elaborados. No entanto, houve um excesso de computação gráfica que nos fazia perceber claramente a diferença entre os humanos e os gigantes e o roteiro não é muito bem construído, de modo que os personagens não tenham um desenvolvimento grande no decorrer da história. Isso poderia ser melhor aproveitado.

“O Bom Gigante Amigo” é, claramente, ideal para o público infantil. Com uma narração simples, de ritmo lento, mas com momentos divertidos e elementos visuais belos e facilmente atraentes. Em comparação com outros projetos do mesmo autor que são considerados mais primorosos, esse fica para trás, mas serve como um bom passatempo.

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