[Resenha] Amor Infinito

Um romance que durará por três épocas distintas. Um homem dividido entre dois grandes amores. Um grande segredo escondido pelo tempo e que só será revelado no passado.

Num pen drive, encontrado escondido dentro de uma joia, é descoberto um diário, que nos revelará uma misteriosa história de amor.

Em 2060, Germano é um jornalista que vive no Rio de Janeiro. Ele acreditava ter encontrado a mulher de sua vida, Elisabeth, mas uma forte ligação, muito além de sua compreensão, o aproximou de maneira inexplicável de outra mulher, Bárbara, também sua grande amiga. O coração de Germano balançará, entre duas mulheres, pelas quais ele tem sentimentos tão intensos e conflitantes. A força misteriosa que tanto atrai Germano e Bárbara poderá fazer com que ele esqueça Elisabeth, seu grande amor. O sentimento desconcertante que esta mulher desperta em Germano é um perigo contra o qual Elisabeth terá que lutar se quiser que ele cumpra a promessa de ser o homem de sua vida.

Por isso, precisamos voltar ao passado para descobrir o que aconteceu antes, e que agora influencia tanto as vidas destes três personagens. Lá encontraremos as respostas para o que acontece com eles em 2060. E desvendaremos o mistério que é capaz de influenciar suas vidas tantos anos depois.

Revelado o segredo, você saberá por que este é um AMOR INFINITO.

Recebi tem algum tempinho do querido autor J.M. Alvarez o exemplar de Amor Infinito seu primeiro livro publicado pela editora Tribo das Letras.

Gosto dessas historias que abrangem dois períodos e que de certa forma se cruzam, isso me lembra um pouco Diana Gabaldon, porem aqui é o futuro do futuro. Temos a visão do Germano de 2060 e a visão de Yara e Felipe há mais de 200 anos à frente.

Como o titulo já sugere é uma linda historia de amor que nem o tempo foi capaz de apagar. Ele já começa o livro com cenas picantes, mostrando o amor carnal e não só o lírico e é o tempo todo assim. Não é aquela coisa menininha sabe? “Ai o amor” e borboletas no estomago, não rola mesmo, o foco é um amor mais maduro mostrando essa linha tênue do relacionamento entre amor e o sexo.

Ele se utiliza de referencias tecnológicas atuais levando elas para um período que já perderam seu valor. Tipo o disquete, quem tem mais de 25 anos com certeza teve disquetes, mas a geração atual nunca ouviu falar disso. O link que une os personagens é um pen drive – quem não tem um pen drive hoje em dia? – só que é um recurso defasado na historia do qual foi necessário criar uma nova tecnologia quer permitisse ler os dados desse dispositivo.

Ao conseguirem ter acesso as informações do pen drive descobriram que era um diário, sendo que o próprio dono de forma holográfica conta sua historia. É então que conhecemos Germano e toda a sua trajetória, relacionamentos e conflitos.

O amor é tratado por diversas perspectivas e intensidades desconstruindo o conceito de alma gêmea e fazendo com que o leitor reflita sobre o assunto.

É uma narrativa interessante e bem desenvolvida para quem gosta chick lit é um prato cheio.

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