Bang! Bang! Você morreu

Jovens podem ser mais cruéis que todos. Naturalmente cruéis.” As palavras de Trevor Adams, que já foi um estudante exemplar, refletem suas experiências no colégio. Ele era vítima de tão traumatizante perseguição que ameaçou destruir o time de futebol da escola. Mas a salvação veio através do Sr. Duncan (Tom Cavanagh), o professor de teatro, que ofereceu a Trevor o papel principal de sua peça, o lado da bela Jenny Dahlquist. O professor e a garota tentam ajudá-lo a manter-se na linha. Mas há um risco: o sombrio enredo sobre assassinos em um playground, combinado com o passado problemático de Trevor, faz com que os pais tentem vetar a peça. Se eles conseguirem é possível que a voz de Trevor jamais seja ouvida e isso pode detonar uma bomba-relógio humana.

O filme relata a história do jovem Trevor, vítima de bullying que em um ato de loucura prometeu explodir todo o time de futebol americano, ele chegou a colocar uma bomba no campo, mas não uma bomba armada, fez aquilo mais para assustar, mas isso faz sua vida virar totalmente de cabeça de baixo, pois todos passam a ter medo de que a qualquer momento o jovem possa realmente explodir tudo, o preconceito é tão grande que até mesmo seus pais, donos de uma lavanderia começam a perder clientes.

Enquanto Trevor tenta seguir a vida de forma mais normal possível, seu antigo professor de teatro, Sr. Duncan, o induz à participar de uma peça que fala sobre bullying, uma peça com o mesmo nome do filme que é muito conhecida nos EUA, Trevor à principio não quer participar, mas isso até conhecer Jenny, uma garota com quem ele iria contracenar e acaba aceitando participar da peça, conforme o filme vai avançando, vemos Trevor entendendo o personagem e assim percebendo a própria história.

Eu simplesmente amo esse filme, porque ele tem verdades que não tem em nenhum outro filme, nele podemos ver a cabeça de quem sofre bullying e o porque de ações tão extremistas, os diálogos são incrivelmente interessantes e tem um em particular que eu adoro e é mais ou menos assim:

“Você já esteve deprimida, mas deprimida de verdade? Não deprimida como meu cachorro morreu, mas ao ponto que não importa se você está vivo ou morto?”

Mas a mais conhecida é:

“Às vezes tenho ódio de viver, mas tenho medo de morrer.”

 

O elenco está muito bom, Ben Foster está arrasando como um garoto problemático, dando bastante veracidade ao personagem, é um filme que te faz refletir muito sobre o bullying excelente para trabalhar com adolescentes.

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