[Resenha] O Filho de Netuno – Os Heróis do Olimpo

A vida de Percy Jackson é assim mesmo: uma grande bagunça de deuses e monstros que, na maioria das vezes, acaba em problemas. Filho de Poseidon, o deus do mar, um belo dia ele acorda de um longo sono e não sabe muito mais do que o seu próprio nome. Mesmo quando a loba Lupa lhe conta que ele é um semideus e o treina para lutar usando a caneta/espada que carrega no bolso, sua mente continua nebulosa. De alguma forma, Percy consegue chegar a um acampamento de semideuses, mas o lugar não o ajuda a recobrar qualquer lembrança. A única coisa que consegue recordar é outro nome: Annabeth.

Com seus novos amigos, Hazel e Frank, Percy descobre que o deus da morte, Tânatos, está aprisionado e que Gaia pretende reunir um exército de gigantes para dominar o mundo e reescrever as regras da vida e da morte. Juntos, os três embarcam em uma missão aparentemente impossível rumo ao Alasca, uma terra além do controle dos deuses, para cumprir seus papéis na misteriosa Profecia dos Sete. Se falharem, as consequências, é claro, serão desastrosas.

O Filho de Netuno é o segundo livro da série “Os Heróis do Olimpo” escrita por Rick Riordan. Nesta segunda etapa, encontramos um Percy que não se lembra praticamente de nada, a não ser de outro nome: Annabeth.

O nosso conhecido e amado herói está em uma situação parecida a que vivenciamos com Jason Grace no primeiro volume da série; desorientado, mas com um pouco de conhecimento sobre o seu próprio mundo. Assim,  ele acaba chegando ao Acampamento Júpiter, que a primeira vista tem muito em comum com o Acampamento Meio-Sangue, a não ser por ser um acampamento para semideuses romanos. O que confirma as suspeitas tidas no primeiro livro, de que realmente existe o estilo de vida baseado na mitologia romana. E, agora Percy está metido nela.

No entanto logo descobrimos que a organização do Acampamento Júpiter é completamente diferente do Acampamento Meio-Sangue. Lá eles são divididos por Coortes e não por chalés, onde cada deus tem o seu e nos chalés ficam apenas os filhos do mesmo deus. Nas coortes todos ficam juntos, cada coorte abriga cerca de 40 semideuses. Os romanos são conhecidos por suas técnicas militares, altamente organizadas e letais. Os jogos de guerra são bem mais violentos que os gregos e lá não tem muita conversa não.

Percy é acolhido por dois jovens semideuses: Hazel e Frank, ambos com passados um tanto quanto problemáticos – e misteriosos, bem misteriosos. Como de costume os nossos heróis têm de provar suas habilidades numa missão para salvar o acampamento e a si mesmos num prazo muito curto, o que sempre resulta em muita ação e em diversas cenas divertidas.

A narrativa é recheada de muitos e muitos acontecimentos importantes, fazendo com que a estória não perca a graça em nenhum momento. Pude perceber que Percy está visivelmente mais maduro, muito mais confiante e experiente.  Agora Percy está mais respeitável e serve como fonte de inspiração para outros personagens, digamos assim… iniciantes.

O final é espetacular e de tirar o fôlego, fechando exatamente no momento ápice. Uma grande  jogada  de Riordan para deixar os leitores ansiosos pelos próximos livros.

Os Heróis do Olimpo:

Percy Jackson e os Olimpianos:

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Um pensamento sobre “[Resenha] O Filho de Netuno – Os Heróis do Olimpo

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