[Resenha] Filha da Tempestade (Dark Swan) – Por Amanda Silva

Eugenie Markham foi contratada para resolver um novo caso: o rapto de uma adolescente. O problema é que a menina não está presa no mundo dos humanos: ela foi levada para o Outro Mundo, habitado por nobres, criaturas mitológicas e almas perdidas, um lugar desconhecido e traiçoeiro. Mas Eugenie é uma poderosa xamã e já está mais do que acostumada a combater espíritos.

Antes de fazer essa perigosa transição, ela acaba conhecendo Kiyo, por quem fica atraída de forma incomum. Após uma noite tumultuada e excitante, seus sentimentos estão confusos. Sem conseguir tirá-lo da cabeça, mesmo depois de dias, Eugenie parte para o Outro Mundo.
O que era para ser uma missão breve e tranquila se torna uma grande reviravolta em sua vida. Contra a vontade, ela percebe que está cada vez mais conectada ao mundo que sempre odiou e também aos nobres — em especial a Dorian, um rei sedutor e ambicioso. Mas seu corpo ainda deseja Kiyo, e ela se vê mergulhada num ardente triângulo amoroso.

Em Filha da Tempestade, Richelle Mead começa a apresentar uma nova face mágica de sua literatura: uma terra dividida em reinos, embates entre monarcas, uma profecia de guerras e conquistas, e uma herança revelada, com ambientes carregados de magia, sensualidade e luta pelo poder. Nesta nova série, a autora se volta para um público mais maduro, com um texto cheio de referências ao mundo pop contemporâneo, mas sem abrir mão de altas doses de fantasia e humor.

Agora temos mais uma série da nossa querida Richelle Mead, que já escreveu outras como Academia de Vampiro e Succubus, sendo ambas obras excelentes e viciantes. Por isso já era de  se imaginar que com “Dark Swan” a coisa não seria diferente.

Filha da Tempestade é o primeiro livro da série, que mostra a vida de Eugenie Markham uma xamã, mas conhecida como Odile Cisne Negro para moradores do Outro Mundo, onde ela tem uma grande fama devido ao fato de já ter despacho muitos de volta para lá. Eugenie trabalha expulsando membros para o Outro Mundo; demônios, espíritos ou qualquer outro ser que não faça parte do mundo dos humanos.

Como todas as personagens femininas de Mead, Eugenie não é diferente, ela é uma mulher destemida, corajosa e não fica esperando ser socorrida, simplesmente se vira e resolve o problema. Ela cresceu acreditando que qualquer outro ser do Outro Mundo é mal e tem que ser expulso. Foi treinada pelo seu padrasto Roland que também é um xamã, ao qual ela tem um grande laço familiar.

Tudo muda quando ela recebe uma proposta de trabalho, mas não é algo que ela faça de costume ou muito menos algo seguro. Porém mesmo não sendo certo, ela fica confusa entre aceitar ou não fazer o que lhe foi pedido, que no caso é ir até o Outro Mundo pessoalmente resgatar uma garota que foi sequestrada por um “Nobre” (Como ela prefere chamar fadas ou shildes) seu nome é Aeson, um rei que é muito poderoso.

Nesse meio tempo entre ir para o Outro Mundo, temos momento romance, ou melhor dizendo momentos quentes quando ela conhece o sexy, charmoso e lindo Kiyo, pelo qual acaba se atraindo, uma atração incrivelmente forte e inevitável. Porém ela acaba descobrindo, que ele não é exatamente o que parece, após um momento de verdade entre os dois ele desaparece. Ela acaba se encontrando com ele novamente, até mesmo o cara que parecia ser totalmente normal e incrível, tem mais a revelar do que ela imagina.

Ela aceita o trabalho, vai para o Outro Mundo…
Mas ela nunca estaria preparada para o que descobriria lá, tudo o que ela acredita e sempre lutou, acaba se tornando duvidoso, o passado vem à tona revelando situações complicadas.

Sua vida toma um rumo diferente, mesmo sendo corajosa e destemida ela passa a ter conflitos internos. Pois agora ela precisa recorrer a aqueles que ela sempre lutou contra, sempre  acreditou serem os maus.

Devido a essa descoberta ela precisa pedir ajuda a Dorian, o Rei dos Carvalhos, que é muito sedutor e hilário.
Ele tem grande interesse em conquistá-la, nas questões amorosas. Com isso rendendo ótimos momentos de conflito do triângulo.

Dorian é um personagem encantador, com o seu humor e personalidade forte, acaba tendo bastante destaque na história, o que me deixou muito feliz.

“- Diga que você não quer que eu pare. Me implore. Me implore, e vamos passar o resto da noite fazendo isso.
Era só uma brincadeira, outra dimensão desse jogo de pode e dominação sobre mim. E, para minha decepção, era excitante.
– Por favor – sussurrei.
– Por favor o quê?
– Por favor… não pare. Quero… Quero que você continue…”

(Trecho entre Eugenie e Dorian Pag.356)

Recomendo é um livro muito bom, cheio de ação, conflitos e sensualidade e com a escrita envolvente e humorista que já se tornou a marca registrada de Richelle Mead.

Anúncios

Um pensamento sobre “[Resenha] Filha da Tempestade (Dark Swan) – Por Amanda Silva

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s