[Resenha] Fique Comigo

Megan é uma típica dona de casa rica que nem sempre levou uma vida tradicional. Ray, um fotógrafo falido. E Broome, um detetive que não desiste de um antigo caso não solucionado. O que três pessoas tão diferentes podem ter em comum? Todas elas são assombradas por um acontecimento que mudou suas vidas: Stewart Green, um pai de família viciado em frequentar boates de striptease, desapareceu sem deixar vestígio. Agora, 17 anos depois, um jovem chamado Carlton Flynn some na mesma data em que Stewart desapareceu. O que poderia ser apenas uma coincidência se torna um padrão quando Broome, que foi designado para o caso, descobre que, ao longo desse tempo, outros homens sumiram do mapa nas mesmas circunstâncias. No mesmo dia, Ray é agredido na saída de um trabalho. Aquilo que a princípio parecia um assalto comum se revela um ataque encomendado que pode ter relação com seu passado. Enquanto isso, alguém que Megan conheceu há muitos anos reaparece inesperadamente e ela percebe que a vida que construiu para si está ameaçada. Essa sequência de eventos digna de um filme de Hitchcock arrasta os três para um mundo sombrio de sexo, mistérios e violência, em que seus segredos mais profundos são colocados em risco. Ao mesmo tempo, leva-os a reavaliar suas escolhas e a questionar se finalmente não chegou a hora de a verdade vir à tona.

Megan agora é uma mãe de família, mas nunca contou ao seu marido sobre o seu passado. Agora, com uma pessoa que ela conheceu anos atrás de volta, ela teme que seu passado venha à tona.
Ray tira uma foto do parque, uma coisa que ele faz todo ano, na mesma data. Mas esse ano é diferente. Logo após sair de um trabalho, ele é agredido e roubado. Sua câmera é levada, e tudo por causa daquela maldita foto.
Broome continua obcecado no mesmo caso há 17 anos e não consegue desistir de encontrar um pai de família que desapareceu do nada porque criou laços de amizade com a família do desaparecido.
Aparentemente, não há maneira desses três protagonistas terem algo em comum, não é mesmo? Aparentemente.

Harlan Coben mais uma vez consegue enganar os leitores. Sem revelar muito, posso dizer que tudo está interligado, e quando toda a trama se liga, você pode esperar que coisas inimagináveis aconteçam. De alguma maneira incrível, Harlan cria cenas de suspense e ao mesmo tempo de ação, o que não deixa o leitor sossegado nem um minuto ao ler.
Finalmente, tenho que dizer que adorei a história, toda bem interligada e cheia de reviravoltas que é a marca registrada do Harlan. E o que está escrito na capa do livro condiz e muito com a história.
“Quando menos se espera, o sonho pode virar pesadelo.”
Curiosos? Podem ler esse livro do Harlan sem medo, é muito provável que vocês vão gostar.

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