[Resenha] A Bolsa Amarela

A Bolsa Amarela é a história de uma menina que entra em conflito consigo mesma e com a família ao reprimir três grandes vontades (que ela esconde numa bolsa amarela ) – a vontade de crescer, a de ser garoto e a de se tornar escritora. A partir dessa revelação – por si mesma uma contestação à estrutura familiar tradicional em cujo meio “criança não tem vontade” – essa menina sensível e imaginativa nos conta o seu dia-a-dia, juntando o mundo real da família ao mundo criado por sua imaginação fértil e povoado de amigos secretos e fantasias. Ao mesmo tempo que se sucedem episódios reais e fantásticos, uma aventura espiritual se processa, e a menina segue rumo à sua afirmação como pessoa.

A Bolsa Amarela é um livro da brasileira Lygia Bojunga, que demonstra que os livros infantis são ótimos também para adultos.Este é aquele tipo lindo de filme que trás ensinamentos e lições de vida tanto para crianças de 8 como para crianças de 80 anos. Quem narra a historia é Raquel, uma garota que tem três grandes desejos: Ser escritora, ser menino e ser adulta.

Esses desejos são tão grandes que ela acaba tendo de arrumar um lugar para esconde-los e assim surge a bolsa amarela, onde ela esconde desde seus desejos até mesmo um Afonso, um galo saido de uma historia escrita por ela mesma.

Volta e meia os desejos acabam ficando maiores e por isso ela passa por maus bocados no decorrer da estoria.

Ai vocês me perguntam : O que uma estória tão boba assim acaba trazendo grandes ensinamentos?

Primeiro; ela me ensinou que por mais que riam de nossos sonhos devemos sempre ter forças pra correr atrás deles.

Segundo; me ensinou que devemos sempre ser nós mesmo e não tentar ser diferentes pois a unica pessoa que temos que agradar é você mesmo.

Eu já li esse livro nove vezes, nunca me canso.É uma leitura super rápida e pequena que vale muito a pena conhecer e apreciar.

Lygia Bojunga Nunes (Pelotas26 de agosto de 1932), ou simplesmente Lygia Bojunga, é uma escritora brasileira. Iniciou a sua vida profissional como atriz, tendo-se dedicado ao rádio e ao teatro, até voltar-se para a literatura. Com a obra Os colegas(1972) conquistou um público que se solidificou com Angélica (1975), A casa da madrinha (1978), Corda bamba (1979), O sofá estampado (1980) e A bolsa amarela (1981). Por estes livros recebeu, em 1982, recebeu o Prêmio Hans Christian Andersen, o mais importante prêmio literário infantil, uma espécie de Prêmio Nobel da literatura infantil. O prêmio foi concedido pela International Board on Books for Young People, filiada à UNESCOOs colegas já antes havia conquistado o primeiro lugar no Concurso de Literatura Infantil do Instituto Nacional do Livro (INL), em 1971, com ilustrações do desenhista Gian Calvi.

 


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35 pensamentos sobre “[Resenha] A Bolsa Amarela

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