[Resenha] Príncipe Mecânico

Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que foi de Nova York para Londres – ser seqüestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por uma exercito mecânico, traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada – foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma reconhece, nem exista. O magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.

Este é o segundo livro da coleção “As Peças Infernais”. Novamente de acordo com algumas observações no próprio livro, tentou-se manter a verdadeira geografia da Londres Vitoriana, mas algumas mudanças foram feitas para se adaptar melhor a visão da autora.

A vida de Tessa de uma hora para outra virou de pernas pro ar. Desde sua chegada em Londres nada foi o mesmo. Tudo o que ela acreditava ser verdadeiro não era, foi traída pelo próprio irmão e quanto mais o tempo passava existiam mais perguntas do que respostas.

Após ser salva pelos caçadores das sombras, ela criou um vinculo muito grande com eles, os tinha como sua nova família, apesar de ter plena consciência que não fazia parte dela, pois sua origem era desconhecida, seu poder e sua imortalidade a ligavam aos feiticeiros, apesar de não tem a marca dos filhos de Lilith. Seu futuro era bem incerto, o que causava certo medo.

Depois das mortes e situações ocorridas no livro um “Anjo Mecânico”, a Clave precisou investigar a situação e a autoridade da Charlotte sobre o Instituto de Londres foi colocada mais à prova do nunca. Benedict Lightwood que já desejava tomar o poder viu isso com uma grande oportunidade. Com isso, a Clave ordenou que o Instituto encontrasse o Mortmain (Magistrado) para que ele pudesse ser julgado pelos seus erros. Só que tudo tem um ”porém” e é mais difícil do que aparenta. Eles tinham um prazo encontrá-lo, se não perderiam o Instituto.  Então se viram em uma corrida contra o tempo em busca de mais informações sobre o Magistrado, pois o que tinham era muito pouco e superficial, fora todos os questionamentos sobre o que o levou a fazer um exercito de autômatos e seu súbito interesse pela Tessa.

Em meio a isso tudo, Tessa se via em um dilema pessoal. Nutria pelo Will um amor incondicional e buscava ao máximo ignorar o sentimento, pois ele havia sido muito rude com ela, queria afastá-la, mas mesmo assim em alguns momentos são tomados por uma paixão à flor da pele e simplesmente vivem esse amor. E tinha o Jem, que é companheiro, amigo, amoroso e estava apaixonado por ela. Veja bem, ela também gostava dele e em alguns momentos ela se permitiu se sentir amada por ele. (safadinha a moça, ainda mais para época! ehhehehe)

Will por sua vez, com a ajuda de Magnus Bane, estava em uma busca incansável para dar fim a sua maldição para que pudesse assim viver a sua vida plenamente, sem precisar se esconder atrás dessa mascara de bad boy e poder enfim demonstrar o seu verdadeiro eu.

O livro tem uma trama cheia de traições e chantagens. Pessoas próximas se aliaram ao Magistrado e vazaram informações sobre a investigação que estava sendo feita pelo Instituto, mas mesmo assim novas alianças foram feitas e a partir disso a história tomou um novo rumo.

Agora é esperar, pois não é só para Tessa que existem muitas perguntas sem resposta.

“Foi numa noite clara, fui respirar,
Ouvi uma dama gemendo;
Disse “Viste meu pai? Ou viste minha mãe?
Ou viste meu irmão John?
Ou viste o rapaz que mais amo,
Chamado Doce William?”

Coleção dos livros:
Anjo Mecânico;
-Príncipe Mecânico;
Princesa Mecânica;

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