[Resenha] Guia do Mochileiro das Galáxias

Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse

Considerado um dos maiores clássico da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Perfect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graça aos conhecimentos de Perfect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.

Assumo que comecei a ler esse livro porque todos os meus amigos falavam dele como genial e fantástico. Curiosa como sou comprei a coleção completa logo, aproveitando uma liquidação mágica do melhor amigo dos leitores submarino.

Comecei a ler exatamente a uns 2 meses atrás sim eu prolonguei ao máximo a leitura dele, li a trilogia de 50 tons entre ele e ainda metade de “As Vantagens de Ser Invisível” para enfim terminar ele, porque? Simples a leitura do livro não prende como eu esperava ainda mais pela expectativa que fui de ler o livro.

Sim, o livro não é de todo ruim, quando você começa a tomar gosto e a se identificar com as trapalhadas dos personagens acaba gostando.

O livro trata da destruição do planeta Terra por meio de um extermínio alienígena, todos do planeta são eliminados menos Arthur e Ford, nesse momento Arthur um simples terráqueo descobre que Ford não é somente mais um cara esquisito, que Ford nada mais é que um E.T. que o salvou do extermínio pegando carona na nave dos causadores desse extermínio, Arthur acaba se vendo em meio ao desconhecido somente como ponto de referência um livro que Ford lhe entregou denominado “Guia do Mochileiro das Galaxias”.

Quando são descobertos e torturados com poemas que podem se encaixar como de péssimos a desesperadores a dupla acaba sendo jogada para fora da nave e resgatadas por uma nave que calcula a improbabilidade, como pode notar era comandada nada mais nada menos que por um louco e sua auxiliar.

Juntos os quatro mais um robô que foi configurado para representar a personalidade humana, o que acabou não saindo do jeito correto diga-se de passagem, voam rumo a um planeta até então desconhecido e acabam se deparando com uma história completamente surreal de que o planeta Terra foi criado pelo habitantes do planeta em questão e ainda que os habitantes eram experiencias de ratos.

O livro acaba com uma luta meio sem noção e dando a deixa para o segundo volume.

Resumidamente o livro tem sua pitada de legal, mais acredito que somente verá essa graça as pessoas que entendem um pouco os termos usados no livro.

Compareça ao Dia da Toalha para saber muito mais sobre a saga

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