[Resenha] Anjo Mecânico – por Maria Clara Almeida

Tessa Gray tem um anjinho mecânico pendurado no pescoço, um presente de família do qual nunca se separa. O tique-taque do pingente faz com que ela se sinta segura junto à lembrança dos pais que já morreram. Mal sabe Tessa que esse barulhinho muito em breve vai se tornar o odioso som de um exército comandado pelas forças do Submundo. Com os Caçadores de Sombras e seu recém-descoberto poder sobrenatural, ela enfrentará uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das trevas na Londres Vitoriana.

A história se passa em 1878 e com isso a autora se utiliza de algumas referências de moda para nos orientar na indumentária, citando até mesmo o estilista Charles Worth e sua alta costura. Neste período as jovens eram donzelas pálidas e etéreastendo uma indumentária volumosa com saias com crinolina, modelo princesa. Já a masculina, eramroupas de alfaiataria inglesa com seus cortes inigualáveis.

De acordo com algumas observações no próprio livro, tentou-se manter a verdadeira geografia da Londres Vitoriana, mas algumas mudanças foram feitas, sendo elas: A igreja que se situa o Instituto existe, mas não no local a onde a autora a colocou. Carleton Square não existiu. A Taverna do Diabo existiu, mas foi demolida há quase 100 anos antes do período que se passa a historia.

Theresa Gray (Tessa) é uma menina de 16 anos que após a morte de seus pais foi criada por sua tia em NY, da qual veio a falecer. Sem muita opção, Tessa foi para Londres morar com seu irmão Nathaniel, que havia ido para lá em busca de emprego.

A partir disso, sua vida não foi mais a mesma, pois assim que desembarcou em Londres foi surpreendida pela ausência de seu irmão, que supostamente havia enviado Sra. Black e Sra. Dark (Irmãs Sombrias) para buscá-la. No fim das contas ela foi mantida prisioneira junto com seu irmão pelas Irmãs a mando do Magistrado com o intuito de aflorar um poder, da qual ela não tinha nem idéia que o tinha.

Seu poder nada mais era que: ao tocar em algum pertence de alguma pessoa ela podia se transformar nela.

A partir de eventos estranhos, os caçadores das sombras passaram a investigar membros do submundo e tomam conhecimento da organização secreta do Clube Pandemônio e sobre as atividades ilegaisdas Irmãs Sombrias. Conseqüentemente acabam resgatando a Tessa e abrigando-a no instituto.

O instituto como em outros livros da Cassandra Clare é em uma antiga igreja que havia sido destruída e que foi reformada para criação dele. Como se passa em outra época existem empregados no Instituto como: cocheiro, governanta e cozinheira e todos eles são mundamos que tem a visão.

O mais interessante é que cada um dos caçadores das sombras que vivem lá tem características muito especificas e num todo são bem importantes para o andamento da historia. Mas dois caçadores se destacam: o Will Herondale que seria o bad boy, aquele seguro de si, que no fim das contas sofre internamente com seus próprios demônios e JemCarstairs que é contemplativo, educado, gentil, mas que é muito doente.Como toda historia tem o seu romance, ou melhor,o seu triangulo amoroso.

O livro gira em torno de encontrar o Nathaniel, o interesse obscuro do Magistrado por Tessa e a criação bizarra de máquinas humanóides, conhecidas como Autômatos, que como não são criaturas do submundo não fazem parte do pacto e as armas dos caçadores de sombras não os afetam.

De acordo com a autora está coleção terá três livros, sendo eles:

Observação interessante: No 4° livro° dos Instrumentos Mortais, Magnus Bane e a Vampira Camille Belcourt citam o Will e sugerem acontecimentos ocorridos no período em que coleção Peças Infernais se situa.

Resenha feita pela nossa leitora: Maria Clara Almeida

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