[Resenha] Carrie, a estranha

Carrie, a Estranha narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente.

Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos.

Com tantos ingredientes de suspense, Carrie, a Estranha logo se transformou num enorme sucesso internacional e passou a integrar a mitologia americana. Ao ser transportado para as telas, em 1976, pelas mãos de Brian de Palma, teve a atriz Sissy Spacek e John Travolta em seus papéis principais.

Primeiro romance do ostensivo autor Stephen King. A história é contada por meio de notícias, relatos de livros e outros manuscritos. O livro relata a conturbada e trágica vida de Carrieta White. Desde pequena, ela já era, digamos, distinta. Isto não muda com sua adolescência, na verdade, todo esse poder sobre-humano que ela tem parece aumentar.

Uma chuva de granito controlada pela  mente, isto é o que Carrie consegue fazer aos três anos de idade. Já era de se esperar que ela fizesse coisas bem piores quando crescesse, mas tudo foi sendo acumulado dentro dela.

Oprimida pelos “amigos” da escola por ser estranha, foi humilhada quando teve sua primeira menstruação, que ela nem sabia o que era. Sua mãe, uma fanática religiosa, sempre foi muito rigorosa. Carrie é a típica adolescente estranha que sofre bullying, com algumas diferenças notáveis.

O livro teve duas adaptações para o cinema, a terceira chega no final do ano. Também foi lançado uma continuação da história no filme “The Rage: Carrie 2”, onde o pai de Carrie teve outra filha com poderes telecinéticos, no filme Sue Snell aparece como conselheira da escola.

A história de Carrie inspirou a novela brasileira Chocolate com Pimenta. Onde, no começo a menina estranha da novela sofre quase a mesma coisa que Carrie, mas no lugar de sangue de porco é uma tinta verde (o que não diminui em nada a humilhação).

O mais engraçado de tudo é que o autor jogou os manuscritos de “Carrie, a estranha”  no lixo porque não tinha gostado. Tabitha, sua esposa, foi quem achou, leu e adorou a história. O livro elevou King ao sucesso!

1 comentário Adicione o seu

  1. Letícia disse:

    Revise o texto, tem um paragrafo repetido no final!

    1. Lucas Régis disse:

      Será corrigido. Obrigado, Letícia.

  2. Samuel Medeiros disse:

    Parabéns pelo blog e muito boa a resenha. Tô louco pra ler esse livro!
    http://recodificado.blogspot.com.br/

    1. Lucas Régis disse:

      Obrigado, Samuel. Fico feliz que tenha gostado!

  3. Nunca tive coragem de ler nenhum livro do autor, parecem ser bem tensos! Caramba não sabia que Chocolate com Pimenta foi inspirado nessa estória!
    Beijos!

    1. Lucas Régis disse:

      Eu imaginava o mesmo, mas até que não dá tanto medo assim. Esse livro mostra mais o bullying que a Carrie sofria, não tem muito terror. Obrigado por comentar, Amanda.

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