[Crítica] Até que a Sorte nos Separe 3

Tino (Leandro Hassum) continua tentando a sorte para ficar milionário. Desta vez o dinheiro pode vir por meio de sua filha, Teté (Julia Dalavia). Ela está namorando o filho de um empresário badalado e basta Tino saber disso para planejar o casório da jovem e assim ter a chance de ganhar uma mesada gorda da filha e voltar à boa vida de rico.

O filme é bem parecido com os anteriores, Tino continua perdendo dinheiro, só que agora perdeu o dinheiro dos outros vendendo ações (sem saber que estava vendendo) e deixando o Brasil em crise. Com o casamento de sua filha sendo preparado e sem dinheiro para um organizador, ele vai atrás de Adelson, que abriu uma oficina mecânica, para reviver o “designer”. Em meio a isso tudo Tino e Amauri vão até Brasilia para pedir dinheiro a nossa “presidenta”. Ainda é um filme muito engraçado, os personagens são bons e os atores interpretam muito bem.

Para quem curte uma boa comédia, este filme em prato cheio.

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